César Oliveira e Rogério Melo

SERTANEJO

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Baia Sebruna

    Se foi assim tastaveando como querendo rodar
    'Pra mode' não se estropear 'tentiei' o bico do freio
    Égua maleva, esta baia com cismas de renegada
    Cria de raça estragada que há tempos redomoneio

    Já dei nem sei quantas sovas nesta bruta mal costeada
    Da cabeça encarneirada se assombra quando vê gente,
    Se assombra quando vê gente,
    Já desmanchou meus arreios de tanto que se boleia
    Todo dia 'veiaqueia' num corcóveo diferente

    Refrão:
    Baia sebruna matreira vive só de lombo inchado
    Cosquilhosa e negadeira me traz um tanto estafado
    Quando vê qualquer toceira já se bolca de costado
    'Chê de Deus' que trabalheira pra um pobre 'ganhá' uns
    'trocado'

    Pra embuçalar de manhã é sempre a mesma novela
    Murcha orelha e atropela bicho arisco, desgraçado
    Não forma junto com os outros parece 'inté' me tenteando
    Fica num canto roncando que nem 'peludo' enfurnado

    Se até semana que vem eu não te ajeitar da boca
    E tu seguir feito louca te atirando nas cancela
    Te atirando nas cancela
    Eu juro que largo a doma, meu ofício desde novo
    Dou uma cruzada no povo e te vendo pra mortadela

    C G7 C

    F G7
    Se foi assim tastaveando como querendo rodar
    F G7
    ?Pra mode? não se estropear ?tentiei? o bico do freio
    Dm F
    Égua maleva, esta baia com cismas de renegada
    G7 C
    Cria de raça estragada que há tempos redomoneio

    F
    Já dei nem sei quantas sovas nesta bruta mal costeada
    G7
    Da cabeça encarneirada se assombra quando vê gente,
    F
    Se assombra quando vê gente,
    G7
    Já desmanchou meus arreios de tanto que se boleia
    F C G7 C Gm7 C7
    Todo dia ?veiaqueia? num corcóveo diferente Bis

    F C
    (Baia sebruna matreira vive só de lombo inchado
    F C
    Cosquilhosa e negadeira me traz um tanto estafado
    D7 F
    Quando vê qualquer toceira já se bolca de costado
    C G7 C
    ?Chê de Deus? que trabalheira pra um pobre ?ganhá? uns ?trocado?) Bis
    Int. D E7 A7 D G7 C G7 C G7 C G7 C

    F G7
    Pra embuçalar de manhã é sempre a mesma novela
    F G7
    Murcha orelha e atropela bicho arisco, desgraçado
    Dm F
    Não forma junto com os outros parece ?inté? me tenteando
    G7 C
    Fica num canto roncando que nem ?peludo? enfurnado

    F
    Se até semana que vem eu não te ajeitar da boca
    G7
    E tu seguir feito louca te atirando nas cancela
    F
    Te atirando nas cancela
    G7
    Eu juro que largo a doma, meu ofício desde novo
    F C G7 C Gm7 C7
    Dou uma cruzada no povo e te vendo pra mortadela Bis
    ( ) Int.

César Oliveira e Rogério Melo


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